Vivemos um clima intelectual que mostra uma simpatia especial pela desnaturalização das categorias tradicionais, pela descentralização e por uma certa morada que prioriza as fronteiras das instituições culturais e não mais seu centro. Tudo isso conduz a uma intensificação da sensação de pluralidade. Esta nova leitura plural observa um sujeito que, ele próprio, também se observa e se vê agora como auto-reflexivo, complexo e, às vezes, problemático, pelo próprio desafio da pluralidade interna com que convive.

CARVALHO: 1994, 70

©